Zika Vírus e Gestação

BebeUm assunto que está rondando todo o país é a incidência do zika vírus (ZV) na população geral, principalmente em gestantes e sua relação com a microcefalia.

Mais uma preocupação para nossas tentantes, não é? O Ministério da Saúde deixou claro que existem muitas questões a serem resolvidas a respeito deste assunto. O vírus foi relatado pela primeira em 1947 em Uganda em macacos, em humanos foi relatado em em 1952 e isolado somente em 1968 em nigerianos. Foram relatados mais casos ao longo dos anos, mas nada como agora em 2015, principalmente na região nordeste.

A doença tem período de incubação de 3 a 12 dias, sendo que 1 em cada 4 pessoas terão os sintomas, e as outras sozinhas serão curadas sem sentirem nada. Os sintomas reportados são dor de cabeça nas regiões laterais, olhos vermelhos, manchas na pele, dor no corpo e articulações, febre alta, e outros sintomas não tão frequentes como vômitos, diarreia, falta de apetite e dor abdominal. O tratamento é similar a dengue, com uso de paracetamol e alívio dos sintomas.

Hoje, a pergunta nas clínica de reprodução humana é constante: “- E o zika vírus, será que devemos fazer tratamento?” A preocupação é a relação do ZV com a gestação e o primeiro trimestre, principalmente da 8 a 18 semana de gestação aonde a produção dos neurônios é exponencial e as estruturas neurológicas estão sendo formadas.

A microcefalia pode ser causada por diversos fatores, desde o consumo de drogas, má nutrição, genética ou doenças como rubéola, toxoplasmose e citomegalovírus. Hoje sua associação com o ZV gira em torno de 10% dos casos de microcefalia, e estamos falando de aproximadamente 4.000 casos reportados no Brasil desde o surto.

O decisão do adiamento da gestação deve ser tomada pelo casal e a família, junto ao médico. Relacionar sempre a região aonde o casal mora, principalmente em áreas de surtos, e levando em consideração a idade da paciente. Existe a possibilidade da realização dos tratamento de reprodução com a criopreservação de embriões ou óvulos direta, afim de aguardar períodos mais brandos da infestação, sem diminuir as chances de gravidez. Tratamento indicado para mulheres com mais de 35 anos, já que a qualidade do óvulo cai com o aumento da idade.

Para pacientes grávidas, a importância da realização dos testes sorológicos, e dos cuidados. Portas e janelas com telas, uso de roupas com manga comprida e calça comprida, juntamente com o uso de repelentes, e sempre a orientação do médico obstetra.

A mobilização da população no Brasil está em andamento e hoje em muitas cidades já existem grupos de agentes de saúde agindo em prol do combate do mosquito vetor. Saiba como abaixo:

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Não esqueça que os potes dos animais de estimação devem ser higienizados, com escova e sabão uma vez por semana.

Existe sempre a preocupação nas epidemias de qualquer doença, e com os cuidados certos e clareza do assunto podemos fazer nossas escolhas. O importante é sempre se cuidar.

 

 

 

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Stress e Infertilidade

Parents and newborn baby

Segue um texto bem legal sobre esse sentimento que vivenciamos rotineiramente no mundo moderno e o que isso pode afetar o alcance da gravidez.

Stress é uma palavra vastamente usada nos dias de hoje para determinar desde uma reação a situações incômodas ou de risco, até o completo esgotamento emocional. A relação entre stress e infertilidade ainda carece de muitos estudos, já que nada do que se sabe até agora oferece provas conclusivas. Ainda assim, a controvérsia é vencida pela prática diária, quando casais que têm seus níveis de ansiedade controlados passam a responder ao tratamento de fertilização in vitro com mais sucesso.

A ciência ainda busca elementos que comprovem (ou não) que o stress pode causar infertilidade. Entre as prováveis causas da infertilidade psicogênica, encontramos ansiedade inconsciente sobre a sexualidade, sentimentos ambivalentes quanto à maternidade, complexos de Édipo mal resolvidos (relação com a mãe), ou ainda conflitos relacionados à identidade sexual.

Pesquisadores modernos, que se empenham na investigação psicológica em complemento aos avanços da endocrinologia reprodutiva, revelam que quase não há evidências relacionando fatores ligados à personalidade com infertilidade. Por ora, não se justifica que a ansiedade seja encarada como mais uma sensação de ‘culpa’ para os cônjuges.

Do ponto de vista biológico, a história é outra. Como o hipotálamo regula tanto a resposta ao stress, como a resposta sexual, os impactos são mais evidentes. Stress em excesso pode levar à completa supressão do ciclo menstrual. Em casos menos graves, a glândula pituitária produz uma quantidade maior do hormônio prolactina, podendo desregular a menstruação.

No homem, o stress leva à redução da quantidade de esperma e de volume do sêmen. O excesso de ansiedade muitas vezes pode resultar em falta de libido e de ereção. No auge do estresse, a pessoa também pode vir a sentir palpitações, dores musculares, sensação de falta de ar, tontura, suor excessivo, extremidades frias e fadiga intensa, o que acaba provocando momentos de crise conjugal entre os companheiros.

Nos Estados Unidos, calcula-se que 18 milhões de homens sofram de disfunção erétil. Na América Latina, esse número cai para 10 milhões. Ainda assim, o aumento de casos clínicos preocupa a classe médica.

Muitos pesquisadores se detêm no stress gerado durante os tratamentos de fertilização in vitro. Há estudos que revelam, inclusive, que os níveis de ansiedade e angústia pelos quais a mulher passa durante o tratamento são comparáveis aos de quem enfrenta doenças graves como o câncer.

Para controlar esses níveis de ansiedade a cada tentativa de engravidar, a acupuntura tem socorrido os casais, especialmente as mulheres, com sucesso. No Brasil, a terapia de origem chinesa vem sendo empregada com sucesso há pelo menos três anos em algumas clínicas de reprodução assistida.

No último encontro anual promovido pela Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva, em Washington (Estados Unidos), foi apresentado um importante trabalho sobre o tema. Em dois anos, 51% das pacientes que se submeteram à acupuntura durante o tratamento de reprodução assistida em nossa clínica engravidaram, contra 21% daquelas que não foram submetidas à terapêutica.

shutterstock_110115233Os resultados têm sido animadores. A acupuntura eleva o fluxo de sangue no útero, aumentando a espessura endometrial e melhorando a receptividade aos embriões. Além disso, pela liberação das endorfinas no sistema nervoso central, diminui o estresse emocional e a ansiedade, regulando os hormônios femininos. Se a terapia não é capaz de pôr fim ao stress, pelo menos tem sido muito útil no controle das emoções.

Outros recursos importantes são a psicoterapia e os grupos de apoio. Hoje, sabemos que muito do estado físico de uma pessoa passa por considerações da dimensão psicológica e emocional. Cada vez está mais evidente a natureza psicossomática da existência humana. Muitas são as doenças, quer se manifestem no corpo ou na mente, que resultam de desequilíbrios existenciais e de soluções inadequadas de vida.

Se, na psicoterapia, você conta com a ajuda de um profissional habilitado para ajudar a identificar e superar padrões de pensamentos negativos, os grupos de apoio oferecem um suporte emocional de pessoas que estão passando ou já passaram pelos mesmos problemas. Os dois recursos, assim como a acupuntura, têm efeitos benéficos durante os tratamentos de infertilidade e devem ser considerados em conjunto com os tratamentos clínicos.

fonte: http://guiadobebe.uol.com.br/stress-e-infertilidade/

Infecções e Infertilidade

Man and woman embrace in park workoutAs infecções transmissíveis, principalmente as que afetam os tratos reprodutores feminino e masculino podem levar a infertilidade pelo fato de agredirem anatomicamente e funcionalmente órgãos como, ovário, útero e testículos.

As DST´s é um grupo de doenças infecciosas transmitidas principalmente através de relações sexuais. Além do ato sexual, a doença pode ser transmitida durante o parto, se a mãe estiver infectada e durante procedimentos ginecológicos. Mais raramente por compartilhar artigos de higiene íntima.

Esse grupo incluem doenças como Clamídia, Gonorréia, HPV, Hepatite B, Herpes Genital, Sífilis, HIV (AIDS), Cancro mole ou cancróide, Donovanose, Linfogranuloma venéreo e Tricomoníase. Essas infecções são responsáveis por 25% dos fatores de infertilidade afetando homens e mulheres.

Para as mulheres essas infecções podem levar a DIP (Doença Inflamatória Pélvica) que apresentam como sintomas, dores abdominais e corrimento. A DIP pode causar distorção nos órgãos que pode ser irreversível, além de obstrução tubária e aderências. As aderências são quando as tubas (trompas) grudam em outros órgãos, como intestino ou no próprio útero, perdem a mobilidade e impedem que os óvulos e espermatozoides se movimentem no seu interior, dificultando o encontro entre os dois.

sb10065998b-001Para os homens podem gerar  uretrite (ardor ao urinar), prostatite (infecção da próstata) e a epididimite (infecção no epidídimo – local situado entre os testículos e a uretra, onde ocorre a maturação dos espermatozoides). As infecções do trato genital podem causar alterações nas vias de saída, devido a sequelas no processo de cicatrização ou na função dos espermatozoides causada por acúmulo de substâncias tóxicas. Estas alterações podem prejudicar a qualidade do sêmen, levando a incidência maior de fragmentação do DNA desses espermatozoides produzidos, diminuindo a motilidade. O diagnóstico é feito através da análise seminal (espermograma) e confirmado com a coleta de cultura e pesquisa de bactérias no sêmen e na urina.

As infecções podem ser sintomáticas ou assintomáticas para ambos os parceiros, por isso deve-se realizar exames periódicos afim de eliminar  problemas que possam gerar a infertilidade e que o bebê nasça saudável.

Após a gravidez, se não controladas, as infecções podem provocar uma interrupção espontânea da gravidez (aborto), determinar uma gravidez ectópica (fora do útero) ou, ainda, causar o nascimento de crianças com graves malformações e durante o parto, podem atingir o recém-nascido, causando doenças nos olhos e pulmões.

Principal causa de infertilidade masculina: Varicocele (saiba mais)

200293144-001Os fatores masculinos de infertilidade estão presentes em torno de 35-40% dos casais com problemas de concepção. Frequentemente, a varicocele acomete homens na fase da puberdade e é considerada relevante, pois pode levar a infertilidade masculina posterior.

Mas o que é a varicocele?

A varicocele é a dilatação das veias do escroto (bolsa escrotal) geralmente após esforço físico. Ocorre uma insuficiência das veias de drenagem, dilatando essas veias com o refluxo sanguíneo.

O diagnóstico precoce é extremamente importante visto que a qualidade seminal pode piorar com a evolução da doença. Normalmente, a bolsa escrotal fica a uma temperatura diferente da corpórea, cerca de 1.5 a 2.0° graus Celsius abaixo da nossa temperatura, este é o equilíbrio para formação dos espermatozoides. Com o passar do tempo este equilíbrio pode ser prejudicado, visto que a varicocele aumenta a temperatura no ambiente testicular e o sangue que é preso nas veias dilatadas começam a produzir substâncias tóxicas aos espermatozoides, chamados radicais livres, que pode piorar a qualidade e a motilidade desses espermatozoides.

Three sperm cells swimming in the search of an eggComo a doença pode ser assintomática, é melhor sempre realizar uma checagem periódica. Alguns pacientes relatam desconforto, sensação de peso e comprometimento estético. Exames de imagens podem diagnosticar a existência de vasos dilatados. Duas técnicas podem ser usadas para o tratamento: Cirurgia ou Embolização.

Os resultados podem ser vistos nos três primeiros meses, mas tudo dependerá de quanto tempo a varicocele agiu dentro do organismo masculino.

Assisted Hatching

AHA capacidade de desenvolvimento e implantação no útero de um embrião está relacionada a qualidade proveniente dos gametas feminino (óvulo) e masculino (espermatozoide), bem como a qualidade peculiar interna, genética e citoplasmática das células do embrião.
Alguns embriões normais com potencial total de desenvolvimento, têm dificuldade com a implantação no momento do hatching, ou seja, no momento da saída dele de dentro da camada de orientação, proteção e nutrição, chamada de zona pelúcida, com destino a parede do fundo do útero.

A zona pelúcida é estruturalmente e funcionalmente importante  durante a fertilização e implantação. É composta por glicoproteínas, carboidratos e proteínas (ZPs), ajudando na ligação, indução da reação acrossômica e promoção da fusão do espermatozoide ao óvulo. Ajuda também no bloqueio da poliespermia (entrada de mais de 1 espermatozoide no óvulo), previne que as células do embrião se disperse e ajuda no transporte do óvulo/embrião pelas tubas uterinas. Também evita o contato da célula com outras células (epiteliais, leucócitos, etc…). Ela é essencial no desenvolvimento inicial do embrião, principalmente na compactação, uma vez compactado, a zona pelúcida não será mais essencial. Essa zona pelúcia naturalmente pode endurecer e ficar mais rígida, para assegurar a proteção do embrião a agentes externos.

Esse processo de abertura pode ser feito no laboratório artificialmente, através da perfuração da zona pelúcida por um laser, chamada assisted hatching (AH). A técnica pode ser utilizada em casos especiais como, mulheres com idade avançada, embriões descongelados, falha repedidas de implantação e óvulos com zona pelúcida (ZP) espessa. A técnica também é utilizada para a realização da biopsia embrionária, onde é realizada a perfuração da ZP para a retirada de células para estudo genético.

Cuidar bem

MaosDadasAo escutar o diagnóstico da infertilidade, o casal tem a sensação de perda da saúde física, social, espiritual e psicológica, e até de forma temporária uma alteração na atratividade sexual, como perda da feminilidade e/ou masculinidade. O apoio nesse momento é essencial, tanto do casal para o casal, como dos especialistas da clínica para com o casal.
O planejamento da família é natural, e quando esse processo é barrado, a frustração acontece. O que pode auxiliar em todo o processo é o acompanhamento por profissionais psicólogos, aonde será mostrado a importância do objetivo em comum dos dois e do suporte que um deve dar ao outro, já que os resultados não são 100%, amenizando a ansiedade desse casal, ajudando a entender as expectativas do tratamento e dos resultados

Como funciona a análise genética do embrião?

Human cloningO diagnóstico genético é um ramo da medicina e biologia reprodutiva que auxilia casais na busca de uma gestação saudável com a finalidade de transferir embriões sem alterações cromossômicas e de genes conhecidos para o útero materno. Obrigatoriamente a fertilização in vitro deve ser realizada.

Existem duas possibilidade de análise:

1.) Diagnóstico Genético pré-implantacional (PGD) e Screening Genético pré-implantacional (PGS)

O Diagnostico genético pré-implantacional (PGD) é realizado nos casos onde exista um padrão de herança ligada ao sexo (doenças ligadas ao cromossomo X ou Y), ou seja, em situações onde há a suspeita do risco de produção de embriões com desequilíbrio cromossômico numérico ou estrutural (cromossomo a mais ou a menos, ou a falta de um pedaço do cromossomo) e principalmente idade materna avançada.

O Screening genético pré-implantacional (PGS) é realizado para casais com cariótipo normal (46, XX/ 46, XY) que sofrem abortamentos de repetição. Através do aconselhamento genético, esses casais podem buscar algumas possíveis alterações cromossômicas ou gênicas de seus embriões durante os processos de reprodução assistida, sendo que estas alterações podem estar relacionadas a abortamentos recorrentes.

O PGD/PGS é realizado geralmente em embriões no terceiro (3º) dia de desenvolvimento (seis a oito células- foto acima). Utilizam-se equipamentos, como o laser para perfurar a zona pelúcida (ZP) e o micro manipulador para retirar a (s) célula (s) do embrião, através de profissionais altamente capacitados. As células são enviadas para análise em laboratório de apoio especializado, sem que haja prejuízo ao desenvolvimento embrionário.

Biópsia Embrionária PGD-PGS e CGHAtualmente duas técnicas podem ser empregadas na avaliação citogenética do embrião: A técnica de FISH (Hibridização in Situ por Fluorescência) e PCR (Reação em Cadeia Polimerase). A primeira permite a determinação do número de cromossomos presentes no núcleo em interfase do blastômero removido, utilizando-se sondas específicas para os cromossomas 13, 14, 15, 16, 18, 21, 22, X e Y. Essa técnica permite o diagnóstico de aneuploidias e translocações mais incidentes mundiais.

A técnica de PCR permite detectar mutações em um único gene, desta forma, avalia doenças genéticas ou mesmo metabólicas conhecidas. Após a obtenção da célula embrionária (blastômero), seu DNA é removido e amplificado em milhares de cópias para que em seguida seja analisado para várias doenças genéticas, como por exemplo, Fibrose Cística.

Este procedimento é realizado antes da transferência do embrião para o útero materno. O resultado é liberado em até 48 horas, e após este período a transferência dos embriões normais poderá ser realizada.

2.) Hibridação Genômica Comparativa por microarranjos (CGH-array)

Este exame avalia os 23 pares cromossômicos, possibilitando a análise numérica de todo o conjunto cromossômico da(s) célula(s) embrionária(s). Este exame não detecta anomalias estruturais (translocação e inversões), poliploidias e haploidias.

Esse diagnóstico é recomendado, principalmente, para os seguintes grupos de pacientes:

  1. Mulheres com idade superior a 35 (trinta e cinco) anos;
  2. Mulheres com repetidas falhas de implantação;
  3. Mulheres com histórico de abortos de repetição;
  4. Homens com azoospermia (ausência de espermatozoides no ejaculado) não obstrutiva ou oligozoospermia grave (pequena quantidade de espermatozoides no ejaculado);
  5. Casais com histórico de doenças cromossômicas na família;
  6. Casais com cariótipo alterado como, por exemplo, as translocações, que são trocas de segmentos cromossômicos entre dois cromossomos distintos;
  7. Casais em que o marido/parceiro tenha idade superior a 50 (cinquenta) anos.

Untitled 2585O CGHa é realizado geralmente em embriões no quinto (5º) dia de desenvolvimento (blastocisto-foto acima). Utilizam-se equipamentos, como o laser para perfurar a zona pelúcida (ZP) e o micro manipulador para retirar as células dos embriões, através de profissionais altamente capacitados. As células são enviadas para análise em laboratório de apoio especializado, sem que haja prejuízo ao desenvolvimento embrionário. O resultado é liberado em até 24 horas, e após este período a transferência dos embriões normais poderá ser realizada.

IMPORTANTE SABER: A biopsia embrionária é um procedimento extremamente sensível, alguns embriões podem não sobreviver a este processo ou não se desenvolver mais devido a retirada das células.  Os embriões possuem uma característica de mosaicismo, ou seja, possuem algumas células naturalmente alteradas que supostamente ocorreria um auto-reajuste, existindo a possibilidade de renovar ou excluir células danificadas, então podem se retirar células “anormais” dos embriões para análise e receber um laudo de anormalidade sendo que este embrião se reajustaria em relação a célula alterada. O mosaico diminuí quando o embrião está em está de dia 5 (Blastocisto) e quando a técnica de CHGa é empregada.